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Razões para não desistir do sonho de ter filhos

23/03/2017

Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), 8% a 15% dos casais tem ou terão problemas de fertilidade. No Brasil, isso representa 278.000 casais em tratamento. Diante desses dados, podemos perceber que famílias com problemas de infertilidade são mais comuns que a maioria imagina. Sendo essa questão algo tão comum, como deveríamos encarar a infertilidade quando ela é parte do dia-a-dia?

Muitos casais tendem a se sentirem cansados ou estressados após muitas tentativas e também bastante receosos quanto aos tratamentos para infertilidade. Existe uma tendência natural de se fixar em pontos negativos, dificuldades e barreiras nas situações desafiadoras.

Encontrar motivação e esperança para seguir no sonho de ter filhos é uma tarefa delicada, mas essa positividade pode ser a chave para a concepção. Durante o tratamento de fertilidade, os casais tendem a pensar muito sobre suas frustrações, dúvidas, custos, inviabilidade de sucesso e passam a acreditar que as técnicas são pouco efetivas. Mas diante disso, há muitos dados animadores sobre a reprodução assistida que podem inspirar e animar muitos casais!

O fato é: as chances de sucesso para reprodução assistida são iguais ou maiores que as chances de reprodução por meios naturais. Essa é uma ótima notícia e os dados de muitas pesquisas garantem que há razão para seguir acreditando no sonho de ter filhos.

Trocando em miúdos, podemos dizer que a concepção é comparável ao plantio. O sucesso depende de um solo fértil e uma semente resistente, de boa qualidade. Traduzindo essa analogia para termos vinculados à reprodução, os fatores mais relevante para concepção são:

- Qualidade do óvulo
- Qualidade do espermatozoide
- Receptividade do útero 

Esses fatores listados são exatamente os mesmo levados em consideração na concepção natural quanto na concepção assistida. Na reprodução natural, em cada ciclo ovulatório da mulher, o casal tem chances reais de concepção em cerca de 20%. Já no caso da reprodução assistida, os índices globais de sucesso são quase tão bons e algumas vezes ainda melhores. Nesse último caso, as chances de concepção podem aumentar a cada ciclo que se tenta um determinado procedimento. Por exemplo, no caso da fertilização in vitro, após 3 ciclos de tratamento, o índice se acumula e as chances de obter uma gestação chegam a ser de até 60%.

Quando existe a gravidez após o tratamento com indutores de ovulação, não são necessárias quaisquer medidas especiais e a gestação é tratada como qualquer outra. O trabalho de parto e a amamentação não serão afetados, de maneira alguma. Quanto aos abortos ou anormalidades, a probabilidade é a mesma tanto após a indução da ovulação quanto após a concepção natural. Os riscos que existem, na verdade, são dependentes da idade da mãe e dos fatores genéticos.

Portanto, as técnicas de reprodução assistida, quando bem indicadas e realizadas, tem boas chances de sucesso. Segundo a ANVISA, em 2012 no Brasil a taxa de fertilização ficou em 73% de concepção - padrão internacional, que estabelece índices de 65% a 75%. 

Com todos esses dados que vimos, podemos afirmar que as técnicas de reprodução assistida trazem esperança real aos casais com dificuldades para terem filhos, que de outra forma estariam impossibilitados de conceber. As modernas técnicas e procedimentos determinam que há chances de ocorrer uma gravidez, sendo que todo tratamento não é apenas um tiro no escuro.

Se você tem o sonho de ser mãe ou pai, programa-se para essa jornada e não desista do sonho. A medicina tem constantemente se aprimorado para ajudar muitos casais. Então, continue pensando positivo!



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