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Dar colo ou deixar o bebê chorar?

28/06/2018

Quando você sai da maternidade pela primeira vez, e tem consigo aquela criatura linda, inocente, não dá para imaginar a quantidade de atenção e demanda que esse bebê tão pequenino vai exigir dos pais. Além da necessidade de se acostumar com o bebê, totalmente dependente, a mãe tem que se acostumar com a amamentação – o que pode custar à nova mamãe algumas horas a menos de descanso, afinal, o normal de um recém-nascido é se alimentar de três em três horas. É muito comum que, nos primeiros meses, o bebê passe mais tempo no colo do que você esperava. Há quem diga que colo demais “estraga” o bebê, e que pode criar uma dependência exagerada da mãe. Mas, será que isso é verdade? Alguns pais sentem-se até culpados ao ficarem tanto tempo com seus filhos nos braços, por conta dessas afirmações constantes. A dica que damos é: não se preocupe com isso! O colo dos pais traz alento, acolhimento, estabelece uma relação mais próxima com o bebê, ajuda a regular a temperatura corporal, e o bebê se sente muito confortável por estar bem próximo a um som já conhecido dele: o batimento cardíaco da mamãe. Outra questão muito discutida é o fato do bebê chorar para “voltar” ao colo, e que essa situação pode virar um hábito. Mas, como sabemos se a quantidade de colo que damos aos nossos filhos é excessiva? Como mensuramos isso? Para definir uma quantidade ideal é preciso determinar o que é “demais” e o que é “de menos”, e quando o assunto é colo isso não é possível! Não existe estudo científico que possa calcular a frequência ideal de colo porque o ato de pegar seu filho nos braços é um ato de amor, de aproximação, de carinho, de segurança para o bebê ou para criança. Se analisarmos mais friamente e se tentarmos “separar” o sentimento do ato de pegar no colo, o mínimo que podemos concluir é que este ato é uma necessidade para o bebê. Segundo estudos sobre desenvolvimento humano, até o quarto mês de vida, o bebê não se percebe como um ser único, ele se sente como uma extensão da mãe. Ao decorrer dos meses, o bebê passa a perceber as pequenas ausências da mãe. Mas, percebe também que ela está lá sempre que ele precisa saciar suas necessidades. Conforme os meses passam, o bebê tende a buscar um “objeto de transição”, aquele paninho, fraldinha, boneco, toalha, ou um brinquedo, que ele não larga. Esse objeto vai ajudá-lo a se perceber como indivíduo único, ele é um objeto de segurança que remete à presença da mãe. Esse objeto é, normalmente, aquele que o bebê escolhe para dormir. Por fim, a partir do oitavo mês de vida, quando o bebê estiver começando a engatinhar, sua necessidade de ganhar colo a todo instante diminui bastante. Até lá as mamães e papais estão liberados para usufruir dessa fase sem culpas!

Veja a opinião da Stephanie Sapin - Colo vicia?

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